quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Centro da Terra está esfriando mais rápido: quais podem ser as consequências?

O interior do planeta Terra tem um núcleo que permaneceu quente por mais de 4,5 bilhões de anos, mas que lenta e inevitavelmente está esfriando.


© Getty Entre o núcleo e o manto da Terra ocorrem reações que determinam as dinâmicas do planeta

O núcleo da Terra é chave para a vida. Se um dia ele se apagar, o planeta se converterá numa gigantesca rocha fria e inerte. Agora uma pesquisa recente calculou que esse esfriamento está ocorrendo mais rápido do que se pensava.

Esse esfriamento ocorre em escalas de milhares de milhões de anos, portanto, por mais rápido que ocorra, nenhum de nós estará vivo para ver como seria essa morte fria do planeta.

Os especialistas, no entanto, concordam que investigar esses processos naturais é chave para compreender melhor a evolução da Terra e os fenômenos que afetam a vida no planeta.

Mas em que consiste esse esfriamento e como descobriram que ele está ocorrendo mais rapidamente do que se pensava?



© Getty A Terra é formada por um núcleo interno, um núcleo externo, o manto e a crosta.


O interior da Terra

O núcleo da Terra fica a quase 3.000 km de profundidade da crosta terrestre, com um raio de 3.500 km. As temperaturas do núcleo podem flutuar entre 4.400° C e 6.000° C, temperaturas simulares às do Sol.

O núcleo interno é uma esfera sólida, composta majoritariamente de ferro. O núcleo externo é formado por um líquido maleável, composto de ferro e níquel. É no núcleo externo que se forma o campo magnético da Terra, que protege o planeta dos perigosos ventos solares. A colossal quantidade de energia térmica que emana do interior do planeta coloca em marcha fenômenos como as placas tectônicas e a atividade vulcânica.

Além disso, nas fronteiras do núcleo ocorre um processo que foi crucial para o novo estudo: a convecção do manto terrestre, que se refere à transferência de calor do núcleo até o manto.

© Getty As temperaturas do núcleo terrestre são similares às do Sol

A fronteira do núcleo

Os cientistas não sabem exatamente quanto tempo levará para a Terra esfriar até o ponto em que os fenômenos naturais que impulsionam o núcleo parem de ocorrer ou que o campo magnético desapareça, por exemplo.

Uma equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zurique (ETH) e da Carnegie Institution for Science, nos Estados Unidos, acredita que a chave para desvendar esse mistério está nos minerais que transportam calor do núcleo para o manto.

Esta região fronteiriça é constituída principalmente por um mineral chamado bridgmanita, que tem uma estrutura cristalina e só pode existir sob grande pressão, a partir de cerca de 700 km de profundidade.

Não existe tecnologia para escavar e estudar minerais nessa profundidade, então o professor da ETH Motohiko Murakami projetou um experimento para simular essas condições em laboratório.

© Getty

Pressão e temperatura

Murakami e seus colegas desenvolveram um método para medir a quantidade de calor que a bridgmanita pode conduzir. O que eles fizeram foi fabricar um diamante bridgmanita a partir dos elementos que compõem esse mineral.

Eles então inseriram o cristal em um dispositivo que simula a pressão e a temperatura que prevalecem no interior da Terra. Dentro do dispositivo, eles dispararam pulsos de feixes de laser que irradiaram e aqueceram o mineral, em um processo conhecido como "medição de absorção óptica".

Dessa forma, eles puderam ver como o mineral reagia em diferentes pressões e temperaturas. "Esse sistema de medição nos permitiu mostrar que a condutividade térmica da bridgmanita é cerca de 1,5 vezes maior do que se supunha anteriormente", diz Murakami em comunicado.

Segundo o pesquisador, isso indica que o fluxo de calor do núcleo para o manto também é maior do que se pensava anteriormente.

O resultado do experimento sugere que quanto mais rápido o calor é transferido do núcleo para o manto, mais rápido o calor é perdido do núcleo, o que acelera o resfriamento da Terra.

Alem disso, os autores acreditam que esse esfriamento mudaria a composição dos minerais do manto.

Quando a bridgmanita esfria, ela se transforma em outro mineral chamado pós-perovskita.

A pós-perovskita conduz o calor com muito mais eficiência do que a bridgmanita, então, à medida que a bridgmanita no limite do manto se converte em pós-perovskita, a Terra esfria ainda mais rapidamente, dizem os pesquisadores.

Destinados a morrer?

Esse resfriamento mais rápido pode ter várias consequências, observam os autores do estudo. Por um lado, pode fazer com que as placas tectônicas, que são mantidas em movimento pelo fluxo do manto, desacelerem mais rápido do que o esperado.

"Nossos resultados podem nos dar uma nova perspectiva sobre a evolução da dinâmica da Terra", explica Murakami.

Murakami, no entanto, adverte que, neste momento, eles não podem estimar quanto tempo levará para esse resfriamento interromper a atividade no manto.

© Getty


Para isso, eles precisam entender melhor a dinâmica do manto e as reações dos elementos que o compõem.

"Este estudo oferece uma nova visão do principal processo geológico que afeta planetas rochosos (como a Terra): a velocidade com que eles esfriam", disse à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, Paul Byrne, professor de Ciências Planetárias e da Terra da Washington University em Saint Louis, Estados Unidos, que não esteve envolvido na pesquisa.

"Marte, Mercúrio e a Lua esfriaram tanto nos últimos 4,5 bilhões de anos que, geologicamente falando, são essencialmente inertes."

Portanto, diferentemente da Terra, Marte, Mercúrio e a Lua não possuem placas tectônicas, explica o especialista. "É esse o destino que aguarda nosso mundo?" Byrne se pergunta.


Centro da Terra está esfriando mais rápido: quais podem ser as consequências? (msn.com)

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Inscrições para a 1ª Olimpíada Brasileira de Restauração de Ecossistemas


Estão abertas, desde 26/01, as inscrições para a 1ª edição da Restaura Natureza – Olimpíada Brasileira de Restauração de Ecossistemas – desenvolvida pela WWF Brasil em parceria com o Quero na Escola. Trata-se de uma competição escolar colaborativa que integra a Década das Nações Unidas e é voltada a estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental (do 7º ao 9º ano).

No evento, são abordados temas atuais que dialogam com o Currículo Paulista, podendo contribuir especialmente para o desenvolvimento de Temas Contemporâneos Transversais previstos no documento, tais como a Educação Ambiental e o Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. São também apresentados Planos de Ação que podem inspirar a comunidade escolar a realizar atividades voltadas à restauração de ecossistemas. Dada a urgência do tema, ampliar processos integrados de regeneração natural é fundamental, assim como o combate à degradação da natureza e o enfrentamento da crise climática.

A olimpíada tem duas fases. A primeira, que vai de 26 de janeiro a 16 de março, é totalmente on-line e individual, realizada pelo site. Ela é composta de perguntas de múltiplas respostas sobre nove temas formativos, que desafiam os participantes a testarem seus conhecimentos e buscarem novos aprendizados. Os temas abordados nessa fase da olimpíada são: Legislação e Proteção; Diferenças entre biomas; Conservar; Povos originários e tradicionais; Mudanças climáticas; Serviços ecossistêmicos; Comunidades; Escassez hídrica; e Técnicas de Restauração. Os(as) estudantes 11 acumularão pontos nessa etapa e, paralelamente, aprendizados e inspirações para realizar a fase final. Também é possível ganhar pontos convidando amigos(as) para participar da Restaura Natureza.

A segunda fase é a etapa prática da olimpíada e será aberta em 21 de fevereiro. Os estudantes, organizados em grupos de até 5 pessoas com acompanhamento de um(a) professor(a) responsável, terão aproximadamente 2 meses para elaborar e executar uma ação relacionada ao tema da Restauração. Estas ações poderão ser de plantio, uso de tecnologia, incidência política, campanhas de engajamento, entre outros. Todos os grupos que enviarem um relato de suas ações concorrerão em duas categorias: Avaliação da Comissão Julgadora e Voto Popular. Cinco iniciativas serão premiadas em cada categoria, recebendo certificados e prêmios definidos pelos organizadores do evento.

No desenvolvimento da Restaura Natureza em 2021, foram consideradas as demandas de comunidades escolares, identificadas em um processo de escuta realizado em escolas de diversas cidades brasileiras. Destacamos ainda que a Rede WWF, da qual o WWF Brasil faz parte, é parceira global da Década da ONU da Restauração de Ecossistemas 2021-2030.

 

Quando:

Primeira Fase: de 26 de janeiro a 16 de março;

Segunda Fase: de 21 de fevereiro a 28 de abril.

 

Para mais informações, acesse o regulamento.

 

Contamos com o apoio das 91 Diretorias de Ensino na divulgação das informações para as unidades escolares das suas respectivas regiões.

 

Em caso de dúvidas, entrar em contato pelo e-mail:

coped.decegep.cefaf@educacao.sp.gov.br.


terça-feira, 18 de janeiro de 2022

2022 é o Ano Internacional das Ciências Básicas para o Desenvolvimento Sustentável

Escolha evidencia conexão entre inovação e a busca por um mundo melhor

 


O que a vacina contra covid 19, água potável encanada, reuniões online e algoritmos têm em comum? Todos eles, assim como todo desenvolvimento tecnológico, foram criados a partir dos conhecimentos das ciências básicas – biologia, química, física e matemática.


Luc Allemand

As contribuições das ciências básicas para o desenvolvimento sustentável estarão em destaque em 2022, o Ano Internacional das Ciências Básicas para o Desenvolvimento Sustentável (IYBSSD), resolução votada pela Conferência Geral da UNESCO em 2019. De acordo com Luc Allemand, secretário geral do IYBSSD, seu principal objetivo será mobilizar cientistas em todos os campos da ciência para objetivos de desenvolvimento sustentável, com base no que eles já fazem, e mobilizar legisladores e cidadãos para o apoio e desenvolvimento contínuo das ciências básicas.


“De geração em geração, as ciências básicas constroem o conjunto de conhecimentos que as próximas gerações podem usar para resolver problemas sobre os quais talvez não tenhamos nenhuma ideia hoje”, afirma.


Porém, para uma contribuição efetiva da ciência para um mundo sustentável, o progresso científico deve ser rápido e amplamente compartilhado, o que requer um sério compromisso com a ciência aberta, causa que a revista História Ciências Saúde – Manguinhos apóia fortemente. Nesta entrevista ao blog da revista, Luc Allemand explicou a importância crucial das ciências básicas para a sociedade, os objetivos de um Ano Internacional das Ciências Básicas para o Desenvolvimento Sustentável e a relevância da Ciência Aberta para esse objetivo.

 

Leia a entrevista no Blog de HCS-Manguinhos internacional



Calendário astronômico de 2022: os eventos mais aguardados do ano!

O ano de 2022 nos reserva uma variedade de incríveis espetáculos astronômicos, serão várias chuvas de meteoros, superluas, eclipses solares e lunares, além de incríveis alinhamentos entre planetas que poderão ser vistos a olho nu!

 



Prepare-se para desfrutar de todos os espetáculos astronômicos que o ano de 2022 nos reserva!

 

O ano de 2022 nos preparou uma incrível seleção de eventos astronômicos! O único requisito para desfrutá-los será um céu sem nuvens, uma boa xícara de café, já que alguns eventos ocorrerão pouco antes do amanhecer, e claro que um telescópio ou binóculos será de grande ajuda.

O ano de 2022 nos preparou um catálogo de espetáculos astronômicos bem diverso, desde chuvas de meteoros, eclipses, a alinhamento de planetas e superluas!

Pegue sua agenda e circule as datas para não perder os principais eventos astronômicos de 2022!

Eclipses solares

Neste ano teremos 2 eclipses solares parciais - quando a lua cobre apenas uma parte do Sol - o 1º ocorrerá no dia 30 de abril e o 2º no dia 25 de outubro. O eclipse de abril será visível em uma faixa do Oceano Pacífico Sul até as porções sul e oeste da América do Sul, incluindo Chile, Argentina, Uruguai, sul do Peru, sul da Bolívia, oeste do Paraguai e uma pequena parte do Brasil.




No eclipse solar parcial apenas uma parte do Sol é encoberta pela Lua. Em 2022 teremos 2 eclipses solares parciais.

O segundo evento de eclipse parcial do Sol em outubro será visível em partes da Groenlândia, toda a Islândia, nordeste da África, partes da Ásia e grande parte da Europa, com exceção de Portugal e as porções oeste e sul da Espanha.

Chuvas de meteoros

Como todos os anos, teremos as clássicas e tão aguardadas chuvas de meteoros, que riscarão o céu noturno em vários dias de 2022:

  • Quadrântidas - a primeira chuva de meteoros do ano ocorrerá em janeiro, com pico na madrugada do dia 4, e será vista pelos observadores do Hemisfério Norte;
  • Líridas - ocorrerá entre 15 a 29 de abril, mas seu pico será entre os dias 21 e 22 de abril, com 15 meteoros por hora;
  • Eta Aquáridas - pico entre os dias 4 e 5 de maio, com 20 a 40 meteoros por hora. Esta é a melhor chuva de meteoros do ano para ser observada no Hemisfério Sul;
  • Perseidas - seu pico ocorrerá entre os dias 11 e 12 de agosto, é uma das mais populares de ser assistida no Hemisfério Norte;
  • Oriônidas - atinge seu pico na noite de 20 a 21 de outubro, podendo conter 20 meteoros por hora;
  • Gemínidas - uma das mais esperadas do ano, atingindo seu pico durante a segunda semana completa de dezembro. Em condições ideais, podem haver mais de 100 meteoros por hora.

 

Eclipses lunares

Em 2022 haverá dois eclipses lunares totais! O primeiro ocorrerá na noite entre os dias 15 e 16 de maio, quando a lua ficará vermelha para todos os Estados Unidos, partes da Europa oriental e África ocidental, à medida que a lua passa pela sombra da Terra.

O segundo eclipse lunar do ano será no dia 8 de novembro, desta vez ele será apreciado em todo o leste da Rússia, Japão, Austrália e nas partes oeste e central da América do Norte.

Alinhamento de planetas

No fim de março, Vênus, Marte e Saturno estarão “amontoados” no céu! Os planetas irão aparecer no céu extremamente próximos um do outro pouco antes do nascer do Sol nas últimas semanas do mês. A proximidade será tanta que eles estarão no mesmo campo de visão de alguns telescópios e binóculos!

 



Alinhamento de 5 planetas que deverá ocorrer na segunda metade do mês de junho. Crédito da imagem: SkySafari app.

 

Já no fim de junho, no dia 24, ocorrerá o alinhamento de 5 planetas! Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno se alinharão em ordem, como todos esses planetas são brilhantes, será possível observar o alinhamento a olho nu! Inclusive a Lua, em sua fase crescente, estará também nesse alinhamento, brilhando entre Vênus e Marte.

 

Superluas

O ano de 2022 nos guarda 3 eventos de superlua! A superlua acontece quando ocorre uma Lua cheia próxima ao perigeu, o ponto na órbita da lua que está mais próximo da Terra, fazendo com que a lua cheia pareça ligeiramente maior e mais brilhante. A primeira superlua ocorrerá em meados de junho, seguida por outras em 13 de julho e 12 de agosto.


https://www.tempo.com/noticias/ciencia/calendario-astronomico-de-2022-os-eventos-mais-aguardados-do-ano-astronomia.html

 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

1º CAMPEONATO DE AVIÕES À ELÁSTICO DA D.E. REGISTRO - SP


 

O Campeonato é dirigido aos alunos dos Ensinos Fundamental e Médio que estejam regularmente matriculados em escolas da rede pública ligadas a Diretoria de Ensino – Região de Registro, com o objetivo de despertar o interesse pela Física de forma lúdica.

 

Cada escola pode ter até duas equipes inscritas no campeonato. A formação da equipe fica a cargo da escola, e deve conter:

 

·      no mínimo 2 e no máximo 6 alunos;

·      1 (um) professor orientador;

·  1 (um) consultor (opcional) de livre escolha da entidade, com formação na área técnica: Engenheiro, Matemático, Físico ou com experiência em aeromodelismo, aeronáutica, podendo ser empregado da indústria aeronáutica ou não.

 

Para participar a escola deverá cadastrar cada uma das suas equipes no link https://forms.gle/osXhTunjUJxtiHGn6, informando o nome da equipe, alunos, professor orientador, consultor (opcional), escola e anexar os relatórios e vídeo dos voos.



 

Especificações p/ Construção

 

·      Máxima envergadura projetada da asa de 40 cm;

·      Máxima corda da asa – sem limite;

·      Máxima envergadura projetada do estabilizador horizontal de 28 cm;

·      Máxima corda do estabilizador horizontal – sem limite;

 ·      Hélice:

Simples, de duas pás, comercial e de plástico;

Máximo diâmetro – 23 cm;

Ajustes permitidos: torcer, remoção de aparas e lixar as partes da hélice.

 

·      Elástico: É permito apenas 1 (um) elástico por voo.



Links úteis

 

Regulamento do 1º Campeonato de Aviões à Elástico

da D.E. Registro - SP

Instruções para a elaboração do relatório

Como fazer o upload de vídeos no Youtube

Imagem de abertura

Dicas sobre como gravar curtas metragens com o celular



 

Canal Ciência? Eureka!


terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Concurso de vídeos de Ciências e Física do Canal Ciência? Eureka!

 


O concurso de vídeos de Ciências e Física do Canal Ciência? Eureka! juntamente com os Blogs Ciências – DER Registro e Física – DER Registro, é uma atividade interdisciplinar, idealizada para expor os alunos a uma forma de comunicação visual de um experimento físico, na qual eles devem idealizar um experimento, roteirizá-lo, e produzi-lo em um curta-metragem, que contenha uma visualização clara do fenômeno e seu embasamento teórico.

 

Regras e instruções:

 

§  O trabalho deverá ser realizado em grupos de 4 a 6 alunos e 1 professor orientador;

 

§  O grupo deve escolher um experimento no campo das disciplinas de Ciências ou Física;

 

§  É obrigado a utilização de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) sempre que necessário, não serão aceitos vídeos que tenham colocado os participantes a algum tipo de risco;

 

§  Não serão aceitas inscrições fora do prazo; (27/05/22)

 

§  Além do vídeo, um relatório com o conteúdo teórico também deverá ser entregue no momento da inscrição; o relatório deverá conter um roteiro preliminar do vídeo. Pode ser que durante o desenvolvimento do trabalho algumas mudanças sejam necessárias. Isso não representa problema, desde que o tema original seja mantido. O critério de avaliação do vídeo está abaixo;

 

§  O grupo deverá elaborar um vídeo de 4 a 5 minutos, no qual deverão realizar o experimento e também sua explicação, incluindo o embasamento teórico. O vídeo deve conter toda a explicação do tema;

 

§  O vídeo deverá iniciar com a imagem de abertura padrão, disponível no link abaixo;

 

§  O vídeo poderá ser gravado no local escolhido pelo grupo: tomadas externas, nos laboratórios, pátios, etc;

 

§  Os vídeos deverão ser postados no Youtube, conforme as instruções abaixo, e o endereço anexado junto ao formulário https://forms.gle/ZgoUjQunbRTpZmvT8.

 

§  Dos vídeos enviados, uma banca de professores selecionará os dez melhores, que serão apresentados no dia de encerramento do concurso, com a escolha dos vencedores.

 

§  Uma banca de professores atribuirá uma nota de zero a 10 aos vídeos para escolha dos 3 premiados, de acordo com os critérios do documento abaixo;

 

§  Será permitido utilizar encenações, humor sadio e criatividade, desde que esses contribuam para tornar o vídeo interessante e instrutivo. O conteúdo principal é o científico.

 

ATENÇÃO: Utilize sempre músicas cujos direitos autorais permitam a publicação no Youtube (trilhas brancas). Do contrário, seu vídeo não será exibido.

 

 

Links úteis

Modelo para o roteiro e pesquisa teórica sobre o tema do vídeo

Como fazer o upload de vídeos no Youtube

Imagem de abertura

Critério de avaliação do trabalho escrito e dos vídeos

Dicas sobre como gravar curtas metragens com o celular


Canal Ciência? Eureka!


terça-feira, 7 de dezembro de 2021

SPRACE GAME

 

 

Aprender física pode parecer uma tarefa difícil - e às vezes até entediante - para muitos alunos do ensino fundamental e médio. O SPRACE Game está aqui para mostrar que aprender pode ser divertido e fácil. O jogo, desenvolvido pela SPRACE, ensina aos alunos conceitos de física de partículas não contemplados no currículo de muitas escolas brasileiras, como quarks, leptons e outras partículas subatômicas.

O SPRACE Game transporta os jogadores para a escala subatômica, onde comandam uma espaçonave miniaturizada e têm a missão de capturar partículas e levá-las a um laboratório para análise. Enquanto se diverte cumprindo missões, o jogador aprende física e conceitos sobre partículas elementares: qual é a composição de prótons e nêutrons? O que são quarks? O que é carga de cor?

Ao jogar o Jogo SPRACE, os alunos irão aprender sobre os conhecimentos científicos adquiridos ao longo do último século na área da Física de Altas Energias e terão uma visão mais aprofundada sobre a estrutura fundamental da matéria. Atualmente, muitos currículos escolares permanecem estagnados na concepção atômica do início do século passado.

 

Clique no logotipo abaixo para baixar e jogar o jogo.

 

                                                               Versão Java



                                                          Versão Windows



O jogo foi produzido pela Summa Tecnologia + Negócios e desenvolvido pela Black Widow Games Brasil, com apoio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

 

https://sprace.org.br/index.php/education-outreach/sprace-game

Resultado do 2º Concurso de vídeos de Ciências do Canal Ciência? Eureka!

   Segue a lista dos trabalhos vencedores do  2º Concurso de vídeos de Ciências do Canal Ciência? Eureka!. A competição foi realizada em par...